segunda-feira, novembro 10, 2008

Incentivos à Opel na Alemanha

A Opel propôs também à chefe do Governo alemão um programa de prémios que incentive a entrega para reciclagem de carros velhos, além de empréstimos a juros baixos para a compra de carros novos.
Esta ajuda foi solicitada numa carta assinada pelo presidente da General Motors Europa, Carl-Peter Forster, pelo gerente da Hans Demant, e pelo presidente da federação das comissões de trabalhadores da empresa, Klaus Franz. Um porta-voz da chancelaria federal já confirmou a entrada da carta, afirmando que o pedido «será examinado em pormenor». Simultaneamente, a fonte governamental lembrou que o programa que o Executivo aprovou na semana passada para estimular a conjuntura inclui medidas para o sector automóvel, como a abolição temporária de imposto de circulação para compradores de novos veículos.

Fonte: TSF em 10-11-2008

Comentário: Uma medida semelhante deveria ser aplicada em Portugal de forma a estimular o sector automóvel, sector que actualmente vive tempos difíceis. De referir que esta medida teria impacto também no ambiente uma vez que permitiria trocar veículos antigos e mais poluentes, por veículos novos e menos poluentes.

domingo, outubro 26, 2008

Festival Taurino a favor da "Diferentemente"

A empresa Terra Brava promoveu um Festival Taurino no dia 25 de Outubro, na Arena de Évora com o objectivo de angariar fundos para as obras e para um fundo social. Na mesma noite, realizou-se uma festa no Monte das Flores cujas receitas reverteram a favor da instituição "Diferentemente".
Algumas fotos do Festival Taurino:
















sábado, outubro 18, 2008

Preço do Combustível - Mais uma descida em Espanha, e cá?


Meus caros, neste pequeno espaço de tempo entre os meus dois artigos, voltou a descer o preço dos combustíveis em Espanha. Como podem verificar na imagem, o gasóleo em Espanha já anda em 1,04€ (CEPSA) e 1,058€ (REPSOL). Cá mantém-se tudo igual, 1,209€. Quando a diferença normal devido aos impostos é de 11,5 cêntimos, verifica-se quem anda a ganhar com a descida do petróleo...são as petrolíferas!!! Ainda acreditam na Autoridade da Concorrência (AdC)? Eu não!

quinta-feira, outubro 16, 2008

Preço dos Combustíveis


Meus caros, hoje escrevo para lhes mostrar a discrepância de preços nos combustíveis entre Portugal e Espanha. No dia em que a BP desceu os preços do gasóleo juntamente com a Repsol para 1.209, em Espanha as petrolíferas voltaram hoje a descer. A Cepsa tem o litro do gasóleo a 1.076 o litro e a campsa/repsol a 1.088. A diferença normal de preços devido à fiscalidade anda pelos 11.5 cêntimos em cada litro. Deixo-vos um print da imagem da página do Ministério Espanhol da Indústria e Turismo.

segunda-feira, setembro 29, 2008

Novas Fronteiras, Novas Oportunidades

Realizou-se no dia 27 de Setembro de 2008, no Porto, mais uma iniciativa das Novas Fronteiras promovidas pelo Partido Socialista (PS), um espaço de debate aberto à sociedade civil.

O tema da sessão abordou as Políticas Sociais e focou em exclusivo o tema das Novas Oportunidades.

A sessão contou com diversos intervenientes e no final encerrou o Primeiro Ministro José Sócrates.

Aqui ficam algumas fotos desta iniciativa.

sexta-feira, maio 23, 2008

Bicicletas tiram comboios dos carris

Linhas abandonadas, comboios enferrujados e estações vandalizadas ainda fazem parte da paisagem em algumas zonas do País, nomeadamente em Trás--os-Montes e Alentejo. Valorizar o património ferroviário com a recuperação das linhas para a instalação de ecopistas (circuitos de bicicletas), transformar antigos dormitórios e estações em pequenas unidades hoteleiras e museus ligados à ferrovia são os projectos que a Invesfer, empresa que gere o património da Refer, gestora da infra-estrutura ferroviária nacional, tem em curso. Este projecto conta com o apoio dos municípios, que em alguns casos reabilitam por sua iniciativa o património abandonado.Vicente Pereira, responsável da Invesfer, revelou ao DN que os edifícios mais emblemáticos vão ser recuperados para criar uma rede de pequenas pousadas, que vão privilegiar os antigos dormitórios dos ferroviários. Neste caso estão os dormitórios no Pocinho, estação terminal da Linha do Douro, que no passado seguia até Barca d'Alva e cujos edifícios vão também ser recuperados para hotelaria. A reconversão de estações em núcleos museológicos é outro projecto em curso.A ecopista resume-se ao aproveitamento do canal ferroviário para actividades de lazer, como passeios a pé e de bicicleta, muito ligados ao turismo de natureza. São mais de 600 quilómetros de linhas ferroviárias desactivadas e muitas estações abandonadas. Só em Trás-os-Montes existem 300 km de linhas, divididas pelas linhas do Corgo, Tua e Sabor. Em alguns troços já funcionam pequenas ecopistas que neste plano vão ser prolongadas, como é o caso de Moncorvo, na Linha do Sabor, e entre Valença-Monção, no antigo ramal de Monção. Algumas linhas estão desactivadas há muitos anos, existem locais onde a passagem do comboio só faz parte da memória dos mais velhos. São os casos das linhas do Dão e do Vouga, que a Câmara de Viseu reabilitou e transformou em percursos pedestres de grande beleza, onde os visitantes atravessam as antigas pontes ferroviárias e passam pelos túneis onde circularam no passado os comboios a vapor.Associar os municípios ao projecto e chamar a iniciativa privada para o seu desenvolvimento é a intenção da Invesfer. Vicente Pereira adianta que as autarquias podem recorrer a fundos comunitários para desenvolver estes projectos. A empresa, diz, "não possui know-how para desenvolver actividades fora da ferrovia. O nosso papel é promover, valorizar e divulgar o património e integrá-lo nas ecopistas ou na economia local e procurar interessados". A Invesfer concessiona os espaços, não estando prevista a sua venda, que continua a fazer parte do domínio público.A wine house que vai abrir em breve na estação do Pinhão é um exemplo daquilo que a gestora ferroviária pretende desenvolver. A Invesfer contactou o Grupo Amorim para "auscultar o seu interesse para desenvolver actividades hoteleiras em estações desactivadas". Até agora, adiantou Vicente Pereira, "não tivemos resposta".Trás-os-Montes é a zona com maior intervenção. O conjunto de edifícios de Barca d'Alva vai ser recuperado para dar lugar a uma unidade hoteleira e existem intenções de integrar a estação no Circuito dos Castelos. A Câmara de Figueira de Castelo Rodrigo projecta para um dos imóveis a instalação de um centro de interpretação ligado ao rio Douro. A estação de Macedo de Cavaleiros, na Linha do Tua, vai também receber uma unidade hoteleira associada a uma ecopista até à barragem do Azibo. A região possui vários museus ligados à actividade ferroviária, como em Arco do Baúlhe, Vila Real e Chaves e existe projecto para Bragança.Mais para sul, a ideia é avançar com uma ecopista desde o Montijo ao Pinhal Novo. O Alentejo é a zona que vai concentrar as atenções do encontro que se realiza, entre hoje e amanhã, em Évora, para discutir o futuro do património ferroviário português. Para a região existem várias intervenções projectadas em linhas e ramais desactivados. Em Estremoz, o comboio de mercadorias vai deixar de ir ao centro da cidade e a estação será reconvertida num museu ligado à actividade ferroviária. No Alentejo, muitos quilómetros de carris vão dar lugar a ecopistas. Estamos a falar, nomeadamente, dos ramais de Évora-Mora, Évora-Reguengos de Monsaraz, Montemor-Torre da Gadanha, Estremoz-Vila Viçosa, Beja-Moura e Estremoz-Portalegre. Este último vai servir para apresentar o ciclorail (bicicletas adaptadas aos carris).

Fonte: Jornal Diário de Notícias de 23 de Maio de 2008
Jornalista: Leonor Matias

sábado, maio 10, 2008

Oftalmologias em Cuba é a solução?

Nestes últimos meses têm-se avolumado os casos de utentes do SNS que em último recurso se têm deslocado a Cuba para a realização de operações às cataratas após anos e anos à espera para serem chamados no SNS português. Porque acontece?
A razão principal tem sido a falta de vontade dos profissionais para operar no sector público, uma vez que, como a maioria trabalha nos hospitais privados, lhes fica económicamente mais favorável executar a operação no privado. Tal facto, provoca que haja médicos que operam dois doentes por semana no público, mas operam um elevado número de doentes no privado numa tarde se for necessário. Este poder que está instalado no sector médico em Portugal advém do grande poder e influência que a Ordem dos Médicos consegue exercer na política de saúde em Portugal. O número clausus de vagas postas a concurso nos internatos médicos é definido em função dos critérios da respectiva Ordem, não se conhecendo muito bem quais são esses critérios. Por outro lado, o acesso às faculdades de medicina não é fácil e o número de vagas disponíveis anualmente não é muito grande. Isto provoca que a oferta de médicos no mercado de trabalho é escassa, provocando a necessidade de recorrer aos médicos espanhóis. Da escassez de oferta resulta que eles consigam todo o poder que têm, só fazendo aquilo que querem. Não há nenhum político ou dirigente que consiga a curto prazo por côbro a isto sem lhes satisfazer as necessidades, nomeadamente financeiras. A verdade, é que perante isto, a nível salarial eles são e continuam a ser previligiados em relação a outras classes profissionais.
As cirurgias a Cuba são um escape e uma forma económica de resolver o problema. Segundo um dos autarcas que já enviou doentes do seu concelho a Cuba, uma operação aos dois olhos fica por 1300€, já com viagem, estadia de 15 dias e a operação às duas vistas. Em Portugal, a mesma operação, fica pelo dobro ou pelo triplo. Perante isto, há que pensar sériamente as razões de fundo que provocam a falta de resposta do SNS, e tirar as devidas conclusões. A verdade é que no SNS existe toda a tecnologia disponível, com o mais alto nível de qualidade...só faltam médicos com vontade de a utilizar de forma eficiente.

Linha Évora - Reguengos

Meus amigos, após uns meses sem publicar, volto hoje à blogosfera para vos transmitir que a Linha Évora - Reguengos não será reactivada, estando já assinado o protocolo com a REFER para a transformação da mesma em ecopista. Esta informação chegou-me através de fonte segura, sendo uma das razões e a principal a falta de procura e rendibilidade económica da mesma.
Na minha perspectiva, deve-se antecipar o futuro e criar as condições para que no futuro se possa retirar o melhor aproveitamento possível dos empreendimentos turísticos que estão previstos serem criados junto do Grande Lago de Alqueva. Veremos se o futuro não me dará razão...
Por isso meus amigos, a única forma que existe no momento para que a linha seja reaberta é a existência de um estudo que venha demonstrar que a viabilidade económica da mesma é possível.