terça-feira, setembro 12, 2006

Economia a Recuperar

É com agrado que sigo a evolução da nossa economia. As exportações estão a recuperar. as importações a diminuir e a confiança dos agentes económicos a melhorar aos poucos e poucos.
Tirando o petróleo e estaríamos ainda melhor.

De certa forma houve uma mudança de mentalidade nos nossos agentes económicos, pois viram que o consumo interno estava a abrandar e para conseguirem vender tiveram de se virar para o mercado externo. Desta forma, houve uma maior aposta na qualidade e na inovação. Houve divulgação e promoção dos nossos produtos no exterior. Há que dar mérito aos nossos empresários, por não desistirem, por arriscarem e apostarem em novos mercados, por estarem a contribuir para o desenvolvimento e melhoria económica do país. É de exemplos assim, de persistência, vontade e optimismo, que o país precisa, para que possamos continuar esta luta contra o défice e melhorar o nosso país.

Existe um passo que é o mais importante a dar no curto prazo: a diminuição da dependência energética. Assim, para além de contribuir para a redução de importações, contribui-se para a eficiência energética e para o desenvolvimento de um cluster industrial de energias renováveis em Portugal. Temos tudo o que necessitamos, mar, vento, sol...por que esperamos?

Urgente, Formação Precisa-se

É cada dia mais notório a rápida difusão das tecnologias de informação, a indispensabilidade de ter um computador, internet, serviços partilhados, etc...No entanto, a formação do pessoal é urgente. É crítico haver pessoas que nem saibam ligar um computador ou escrever um simples documento. Quem trabalha nos serviços, seja qual for a sua função, já deveria há muito ter apostado na sua formação pessoal, embora o empregador devesse ter sido o primeiro a dar a oportunidade de os seus recursos aprenderem.
Digo isto, porque trabalho numa unidade de saúde e verifico que ao aproximar-se uma informatização geral e a entrada em funcionamento do chamado "paper free", a maioria das pessoas está preocupada porque pouco ou nada percebe de computadores. Será assim que se conseguirá evoluir rápidamente e desenvolver o nosso país? Não se deveria ter promovido o acompanhamento da geração pré informática com a geração pós informática? Não se deveria ter incentivado a aprendizagem das tecnologias de informação? Verificamos agora que existe uma faixa etária até aos 40 anos que lida +- com a informática e daí para cima notam-se as grandes dificuldades. Há que alterar este cenário, promover a aprendizagem das tecnologias de informação e incentivar quem não quer. Nunca a palavra info-exclusão esteve tão perto de se aplicar a tanta gente...

quinta-feira, setembro 07, 2006

Energias Alternativas

Muito se tem falado nos últimos tempos das energias limpas, renováveis. Energias inesgotáveis, limpas, que sempre estiveram ao nosso alcance mas que nunca fomos capazes de aproveitar. Chegamos ao ponto de por em causa a existência humana com a imensa poluição causada pelas fontes energéticas não limpas (poluentes), as chamadas energias fósseis. Lobbies como os do petróleo têm sido maiores e têm desviado as atenções. Começámos agora a acordar quando os preços do petróleo bateram níveis históricos de anos. Nunca esteve tão caro, nunca custou tanto a quem usa os seus derivados pagá-lo e nunca custou tanto a um país como o nosso em crise orçamental as importações dessa matéria. Já deveria haver legislação a obrigar o uso de energias renováveis em todos os edifícios, a restringir ao máximo o uso de combustíveis fósseis. Também deveria haver um maior incentivo do Estado, pois neste momento o que há, impossibilita muita gente de fazer uso dele, pois limita a quem não tem crédito à habitação a possibilidade de o deduzir no IRS. E quem tem créditos? Talvez seja a maioria da população...
Incentive-se o uso de energias renováveis, reduza-se o consumo interno de combustíveis fósseis para que possamos no futuro reduzir as nossas importações, tão carregadas negativamente pelo petróleo e melhorar o nosso ambiente.

Regresso às Aulas

Com o aproximar do final do Verão e o final das férias, aproxima-se também o início de mais um ano lectivo. As crianças voltam à escola, outras vão começar uma nova etapa das suas vidas e outros há que terão acabado o seu percurso escolar e estarão a iniciar a sua vida profissional.
Esta época é má para a carteira de todos os pais, pois vêm o seu já depenado orçamento familiar deteriorar-se ainda mais pois os livros são caros, por vezes de qualidade duvidosa e com prazo de validade de 9 meses. É altura de se pensar em não alterar o conteúdo dos livros, por forma a que de ano para ano se aproveitem os manuais escolares de um ano para o outro. É também altura de ajudar as famílias carenciadas e com dificuldades na compra desses manuais, para que isso não seja um motivo que leve ao afastamento das nossas crianças das escolas.
Este País precisa de pessoas com escolaridade, para que haja conhecimento e desenvolvimento. Não se pode privar uma criança de ir à escola pelo simples facto de os pais não terem dinheiro para os manuais escolares dos filhos. Haja vontade e determinação do Estado para não abandonar quem precisa.

sexta-feira, setembro 01, 2006

Fotografias do Ramal Ferroviário Desactivado (Évora - Reguengos)

Estação abandonada de Stª Susana.
Estação abandonada de Stª Susana.
Outra perspectiva visto da Estrada Monte Novo - Sta. Susana.
Ponte Metálica junto à Estação de Nª Sra. Machede.
Ponte Metálica junto à Estação de Nª Sra. Machede.
Ponte Metálica junto à Estação de Nª Sra. Machede.
Vista da linha junto à Estação de Nª Sra. Machede.
Vista da aproximação à Estação de Nª Sra. Machede.